Pra falar do amor que eu sinto aqui
Preciso ver o que perdi
O que eu sempre vi em ti
Vou sempre te pedir
Que você
Venha a me amar
Por falar no coiso que há em mim
Que coisa as coisas de um jeito
Todo estranho de coisar
Vou sempre repetir
Pra amar
Não repelir
Repelir o que eu sinto aqui
Por ti as coisas que eu vivi
Contigo sempre a andar
Comigo sempre bipolar
Sempre a te amar
E te pedir
Te pedir um amor que já senti
Um amor que sempre bate aqui
No peito do meu tronco branco
Dentro do meu coração
Vou sempre amar
Amar a ti.
Olá Você aí! Tudo bem? Este é o Ezra uma vez. Um lugar em qualquer lugar do Universo, em qualquer Universo, em qualquer lugar. Aqui é o lugar onde a gente vai bater aquele papo maroto, Aquela conversa gostosa, e rir! por que não? Seja quem você for, acabou de chegar ao lugar certo.
terça-feira, 12 de abril de 2016
sexta-feira, 8 de abril de 2016
Sobre a Páscoa e o Sono
Olá Patrícios e Patrícias desta minha cidadela romana de estórias sem fim!
Sejam muito bem vindos a mais um textola advindo da minha parte.
Hoje é dia de dormir tarde e você já pode se sentir convidadíssimo a participar comigo desta ideia sem futuro.
E vou explicar-lhes o porquê.
Bom, hoje comprei um ovo de páscoa numa loja aqui desta cidade maravilhosa. Pensei "aaah... eu compro, levo, como só um pouquinho e guardo o restante pra comer depois...", excelente ideia. O coelhinho teria se sentido representado. Aí ok, plano posto em prática, cartão passado com êxito (tenso), e eu sigo minha bela vida em direção ao trabalho. Chego no trabalho. Beleza, abro lá minha bolsapra retirar o meu Laptop, vejo o ovo de páscoa lá, todo sorridente, macio, doce, me observando com um terno olhar, praticamente pedindo carinho. Não resisti, abri-o lentamente, suave de forma a não perturba-lo, retirei a proteção que tenho certeza o incomodava, e observei seu invólucro cromado como aço, um desafio às mais fortes mãos. Mas ele não me conhecia, quão forte sou, arranquei aquele cobertor prateado e me encontrei com aquela peça maravilhosa de chocolate branco, recheado com pequeninas bolinhas de biscoito de chocolate. Solvendo como algodão doce em boca de criança, derreteu-se por completo e de um instante a outro, sumiu. Já não existe mais aquela esfera elíptica de bordas achocolatadas. É o fim.
Sejam muito bem vindos a mais um textola advindo da minha parte.
Hoje é dia de dormir tarde e você já pode se sentir convidadíssimo a participar comigo desta ideia sem futuro.
E vou explicar-lhes o porquê.
Bom, hoje comprei um ovo de páscoa numa loja aqui desta cidade maravilhosa. Pensei "aaah... eu compro, levo, como só um pouquinho e guardo o restante pra comer depois...", excelente ideia. O coelhinho teria se sentido representado. Aí ok, plano posto em prática, cartão passado com êxito (tenso), e eu sigo minha bela vida em direção ao trabalho. Chego no trabalho. Beleza, abro lá minha bolsa
Romandigando (Música)
Flor
Ô flor, cor de jasmim
Amor
Amor sem Fim
Ô flor do meu Jardim
Cor
Num céu Azul sem fim
Seu céu, todo pra mim
Meu céu, meu amorzim
Calor
Calor, Calor assim
Não faz no meu jardim
Desde quando eu te vi
Mas eu
Todo, doido por ti
Penso em pedir assim
Ô flor, sorri pra mim
Ô flor, cor de jasmim
Amor
Amor sem Fim
Ô flor do meu Jardim
Cor
Num céu Azul sem fim
Seu céu, todo pra mim
Meu céu, meu amorzim
Calor
Calor, Calor assim
Não faz no meu jardim
Desde quando eu te vi
Mas eu
Todo, doido por ti
Penso em pedir assim
Ô flor, sorri pra mim
E aquele Joguinho? #00

E aí galerinha do meu coração! Como vão vocês?
Bom, eu tô bem, não tô como Mario né, minha princesa tá bem guardada e tal (:p)
Mas piadinhas à parte, hoje falaremos um pouco sobre esse bendito desse encanador Italiano baixinho bigodudo!
Pois bem meus amados! Estive estes dias,
Eu recebi uma injeção de nostalgia que já fazia um tempo não sentia...
Ô joguinho bom!
Pisar em Goombas, Tacar fogo em geral
"Voar voar, Subir subir..." E o querido e amado Yoshi
Mas principalmente, aquele mundinho perfeito pra se divertir e gastar horas morrendo e voltando até passar.
Aos que nunca ouviram falar, aos que nunca tentaram brincar, larga de lado esse candy crush e esse angry birds só um instantinho, baixa aquele emulador honesto e dá uma olhada em tudo que cê ta perdendo.
Porque Vale a Pena
Vale a Tinta
Vale até fazer a caneta.
segunda-feira, 4 de abril de 2016
E as Molheres?
Pois é queridos e queridíssimas deste meu
Sobre as Mulheres.
Mas não você... Não não.
Antes de tudo, quero deixar aqui o meu adeus à Mulher Maravilha, que apesar da excelente participação no filme, e de provavelmente nunca ter existido :/, não é metade da Heroina que essas mulheres aí de cima são.
Mas como tudo na vida, comecemos do começo. Curdistão.
Ezra uma vez Os Curdos. Um Povo que basicamente é o que nossos queridos e amados Israelenses eram até certo tempo atrás. Ambos, apesar de espalhados por diversos países, tinham e têm em si uma ideia de unidade, de identidade como Um só. Mas diferentemente do Israelenses, os Curdos são muito variados dentro de sua "identidade nacional".
E o que é que os Curdos têm a ver? Sua sagaz mente de ledor principiante deve estar se perguntando, a mim, Pôncio Escritor.
Prossigamos.
Advindos de diversos outros povos, têm em sua base Étnica ao menos 6 diferentes grupos de diferentes tempos e diferentes línguas, costumes, aparências, crenças, hábitos, cabelos, cores, odores, os quais permitiram a essa gente uma diversificação incomum e maravilhosa, impossível de se copiar.
Dentre estes, na Síria, provavelmente advindas de algum cruzamento desconhecido com a linhagem Amazona :P, surgiram mulheres destemidas. Que "Andam na Selva Braba! Que Riem na cara do Perigo! HAHAHAHA!", pegaram?
Resumindo;
Elas combatem dia e noite aqueles que o mundo moderno mais teme, e têm em mãos a arma mais letal.
Um perfume da Carolina Herrera?
Talvez.
Mas não meninas!
Nem isso, nem um cabelo bem Hidratado, Escovado, Chapinhado, Bem Passado ou Mal Passado, não! Nem uma Maquiagem da MAC, Maybelline ou Mary Kay.
Elas já têm tudo que precisam para combater aqueles homens do terror. São mulheres. Não fortes, porque seria redundante, mas mulheres, e isso lhes basta.
quinta-feira, 31 de março de 2016
Calor
Num certo dia de sol, lá com seus 37° Celsius, Pompeu conheceu Filomena.
Moça requintada, de belo porte e belas palavras.
Pompeu, aos seus 36º, fora casado com uma dama, que aos 40º veio a falecer. De Febre.
Filomena, sempre aos 34º, perdeu seu amado amando-o, numa bela tarde de sol, na beira da piscina. Afogado.
À Temperatura da Pele, Amena - a menos que você esteja acostumado com climas frios - se conheceram. E ainda assim, eu, querido ledor, não saberia dizer qual a temperatura ideal para seus momentos.
sexta-feira, 25 de março de 2016
"War, War Never Changes"
Um homem numa terra desolada. A vegetação destruída por intermináveis cotas de radiação advinda das centenas de bombas atômicas que estouraram por todo o país. Vacas de duas cabeças que dão leite radioativo, Leite que dá queijo com gosto de ferro, ferro que é usado na feitura de armaduras, que por sua vez são usadas por mal feitores, que roubam a terra que ainda nos resta, terra que ainda persiste em nos alimentar, nós, seus mal feitores, com ou sem armaduras tiradas do ferro do leite das vacas radioativas dessa era maldita.
Um homem em um terno preto. A paisagem escura. Prédios, monumentos, verdadeiras obras de arte em concreto. Trilhas de peças de dominó. É tudo mesmo um jogo. Um jogo de aparências nesta época radioativa. Um jogo de palavras malditas, mal ditas. Entretenimento sombrio, que destrói a aparência do bem que já se não cria mais existir. E agora? Quem poderá nos defender? Eu? Você, Chapolim? Uma Armadura, talvez? Pois sim. Mas esta está de volta ao mal feitor, Que destruirá a terra que nos alimenta com essa vaca de duas cabeças de leite radioativo, dum queijo com gosto do ferro de sua armadura.
Porque no fim é tudo mesmo um jogo.
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A Continuação do meu jeito de pensar
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Aaah Essa menina Que todo dia me ensina Que o andar de minha sina É conquistá-la de surdina Pois por mais que eu tente Não pareç...






