sexta-feira, 7 de abril de 2017

Carta do Maníaco - Assumo de volta o Controle

SABE O QUE REALMENTE ME INCOMODA? Viver uma vida sem sentido. Hoje é o dia que eu considero um marco em minha vida. Pois Tudo que há ao meu redor, neste momento, pode ser resumido como um ultrajado e desesperado desejo de escapar. Escapar de uma realidade repetitiva onde todos se voltam apenas para si mesmos e demandam que eu me volte para eles também. Ora essa! Conheço meus direitos, senhores cidadãos e senhoras cidadonas(em memória da querida ex-Presidenta)! E reservo a mim, hoje, o meu santo direito de escolher aquilo que mais me apetece fazer!
Não me venham com fórmulas prontas e promessas vazias de um futuro incerto. Pois se há de haver um futuro assim, que ao menos eu o escolha deliberadamente! Ou creem ter controle sobre todo o meu ser? Já não posso mais? Ora! Se ainda nada detenho, porque então delegar a outrem a única coisa que é verdadeiramente minha? A escolha é Minha e de mais ninguém! Quem há de sofrer ou se alegrar com as consequências serei eu e eu mesmo! Então basta! Hoje mesmo tomo de volta  o controle sobre minha existência.
Que não haja mais controle sobre mim.

And Here We Go

Aqui estou eu. Com meus livros e meus conhecimentos desnecessários sobre esse mundo de Meu Deus.

Mas aqui estou eu.

Durante a imensidão desses dias passados, inúmeros questionamentos me vieram à cabeça. O que devo fazer com minha vida? Como alcançarei os meus sonhos? Será possível para mim exercer em vida aquilo que mais amo?

O que mais amo? Você pode se perguntar.

Entreter.

Amo apaixonar pessoas, lembrá-las de amar, de buscar os seus sonhos e de sorrir.

Por isso estou aqui, de novo. Espero poder apaixoná-los por si mesmos e pela vida. Ora! Que vocês vejam a beleza dos momentos, que os amem intensamente e que este blog faça parte destes pequenos instantes de possibilidades infindas.

terça-feira, 7 de março de 2017

Um Carta do Fim dos Dias

No mundo inteiro silêncio se fez ouvir.

- Olá! - Eu poderia gritar o mais alto que quisesse e nada aconteceria.

De repente o barulho.

As pessoas em muitas partes do mundo vieram a saber do acontecimento do Milênio em um minuto. Já se ouvia em todos os lugares as palavras "...desaparecidos... Milhões... Suspeita... Ataque Terrorista...", e alguns falavam em extraterrestres. Mas havia uma palavra que surgiu e foi de pronto abafada. "Arrebatamento".

Em termos Céticos, estamos bem. Num estado de eterna e sempiterna negação. Num sono profundo e repleto de pesadelos travestidos de sonhos. Embebidos em verdades recheadas de mentiras. Mas quem sou eu, Senão alguém que ficou para contar essa história?

Rechaçamos o absurdo Cristão. Esta depravação idealista chamada "arrebatamento". "Somos melhores do que isto" dizíamos. "Há uma explicação racional para este 'evento' e em breve a teremos".

Justo quando a Esperança despontou no horizonte, nos veio este caos sem explicação. O homem assentado no topo do mundo pede calma. Ele fala o tempo todo a todos que tenham calma, que teremos paz.

Falsa Paz. - Digo eu.

É vívido no olhar de cada um o pavor. Nada faz sentido e procuram um salvador. Não um pregado na cruz, mas algo como um Super-Herói. E eis aí um "salvador". Um falso profeta. Homens de belas palavras e de mentiras ocultas.

Preciso findar esta carta. Se você tiver a oportunidade lê-la, por favor, considere-a.

E se eu puder deixar um último conselho, digo que estejam preparados. Não para este terrível momento de opressão, mas para desaparecer.

Fim.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

O Labor da Escrita - EG

Laboroso e saboroso é o caminho que toma o escritor. Segue por ele até por ele ser tomado. Angústia, medo, paixão e alegria, são ferramentas conquistadas a custo de muito suor e lágrimas. Não é um trabalho para preguiçosos. Preguiçosos não escrevem livros. Nem sequer os lêem. Sonhadores, pensadores, escrevem boas histórias; escritores escrevem e escrevem até que tudo faça algum sentido e até que nada seja tudo o que ele tem. Secam seus porões de todo vinho, de todo fruto de pensamento, de toda semente de ideias, e dão luz a árvores frondosas de belas folhas e frutos saborosos. Mas não sem antes esvaziarem os seus celeiros, não sem antes ararem toda a terra, fértil ou infértil, lamacenta ou pedregosa. Escrevem e escrevem e semeiam e semeiam. Até que após um interminável lidar, colhem os frutos. Na verdade, alguns serão saborosos, outros, apenas tristes lembranças de terras inférteis. Dessas é preciso abrir mão, e avançar para terreno proveitoso.

Este texto revela pura e simplesmente a opinião do autor, e Seu teor é digno de toda dúvida e questionamentos.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

O Amor é Impar

O amor é impar, mesmo sendo um par
Pois dois são um, mesmo sendo um par
E um só são dois, mesmo sendo ímpar
Porque o amor é assim
É um, é dois, é par.

Par

O amor é sublime real e voraz.
É paciente, longânimo e veraz. 
E verás quão real é o amor que há, 
Se houver dentro do seu olhar 
Mais que um, haja dois, pois é par.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Íamos a Colômbia


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Enfim, íamos a Colômbia. Todos animadíssimos, malas prontas, felicidade geral da nação no ar. Era Domingo, um Domingo pacato como todos os outros.
Ela estava muito alegre. Mais alegre que os demais, era notável. O pai havia saído para comprar os mantimentos que faltavam, e os demais na sala, incluindo eu mesmo, fazendo planos para as aventuras e os caminhos que tomaríamos no país desconhecido.
Éramos 9, em 2 carros cheios de tralhas e combustível para a viagem.
A menina sorria e sonhava. Não se contendo em si mesma falava aos quatro cantos e discutia com os outros sobre os planos da viagem. Ela, mais do que qualquer um, ansiava por este evento.
O pai retornou com um semblante consternado, triste por assim dizer.
- O que foi? - Todos perguntaram em uníssono.
- Nós não vamos poder viajar para a Colômbia.
- Mas por que? - Já gritava a menina com o peito doído e lágrimas de frustração nos olhos.
- Nós não sabíamos, mas é necessário passaporte para entrar na Colômbia, e nenhum de nós tem um.
- Mas Pai! - Gritava mais alto a garota de cabelos vermelhos e escuros.
- Não tem o que se fazer! Infelizmente nós não vamos poder viajar.
Ela saiu porta afora chorando desesperada.
Todos, exceto o pai, decidiram ir à casa da mãe da garota para comer uma pizza e tentar esquecer a frustração da quase viagem tão aguardada.
Pediram pizza de calabresa.
Uma hora depois, após muitas lamentações, conversas e risadas, a pizza chegou. Calabresa; disso você já sabe. E assim como nós, esperou. Mas o que nós vimos após abrir aquela caixa que deveria conter consolo e certa alegria, nos trouxe pavor de nojo. Mas como assim? Você pode estar se perguntando. Se estiver, parabéns, tamo junto.
Abrimos a caixa, e o conteúdo fez alguns irem direto ao banheiro. Calma, não se apavore. Era só pizza de açúcar derretido com recheio de Bacon. Sim. E se você pensa que gosta e que tudo bem, então você, meu querido leitor, é um animal.
Aquilo não era pizza, ao menos não a que eu pedi.
Mas todo esse pensamento, junto com todo esse dia terrível, sublimou-se ante outra expectativa. Havia um rumor crescente que nos tomou de assalto e cresceu em nossos corações. O de que havia um homem que buscava a casa da mãe da menina para assalta-la naquela fatídica noite. Soubemos isso pelo vizinho do lado.
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Todos correram para suas casas com medo de algo ruim acontecer.
A menina pediu um táxi e desceu as escadas para aguarda-lo. No momento que o táxi estava chegando, passou um homem vendendo relógios de pulseia fina, os preferidos da garota. Ela o parou e escolheu um muito bonito. Eu a acompanhava e aguardava. O táxi então chegou e nos aguardou por um minuto. Foi quando aconteceu.
Ouviu-se um barulho de correria, e quando fui olhar na rua ao lado, vi um homem vindo das sombras da noite, estava no escuro para que não vissem o seu rosto. Sua presença assustou a todos ali presentes. Avisei a ela, que assustada e horrorizada correu para o táxi e ordenou que o taxista corresse dali.
O homem assustado, não ciente da ameaça, fugiu em direção à rua onde estava o criminoso, passando por ele e se assustando ainda mais. O problema era que essa rua estava interditada no seu fim. Estávamos sem saída. O homem mal então virou-se para nós vindo em nossa direção.
O taxista não teve outra opção, senão atropelar aquele mal desconhecido e fugir sem direção para longe daquele lugar. E nós, fugíamos para longe de tudo e daquele dia, que sem fim, ficará sempre em nossas memórias.

A Continuação do meu jeito de pensar

Olá meus queridos e queridas desse país de onde lês Foi inspirado pela minha esposa linda e maravilhosa que aqui voltei. Não foram poucos os...